quinta-feira, 12 de julho de 2012

VIAGEM DE IDA




Eis que chega o grande dia (percebemos isso pelas poucas horas que a mãe dormiu nessa noite).
O relógio bate as 13h e está na hora de largar o conforto do lar e seguir para o grande aeroporto de Lisboa. O nervosismo aperta.
Deixadas as malas seguem-se as despedidas com algumas surpresas de última hora (muito obrigada!). É sempre desconfortável deixar quem mais gostamos, mas só a ideia de irmos juntas (para variar) numa das maiores experiências das nossas vidas, deixa-nos num estado de excitação que não nos permite ficar tristes (as lágrimas foram todo um jogo de sentimentos previamente ensaiados).

Lisboa-Amesterdão: entrámos no avião, poisámos as malas e sentá-mo-nos. Tirando o facto de um dos nossos vizinhos de trás ter achado por bem colocar o seu casaco no banco da Mafalda como se fosse o seu cabide e ainda ter passado as três horas com a sua mão poisada na sua cabeça, a viagem até correu bem! Ah, e não foram poucos os olhares que a Catarina mandou para o fazer perceber que se calhar devia achar outro cabide, mas nada feito.


Falando agora do nosso vizinho do lado. Era um chinês (ou Japonês, têm todos os mesmos olhos e cabelos) que parecia que nunca tinha visto pessoas à frente. Deste modo achou engraçado ir as três horas de viagem  a olhar para nós enquanto falávamos, dormíamos e até quando comíamos. Nada confortável portanto.
Enfim, uma viagem bastante engraçada.

Amesterdão-Bali: o avião era gigante, tinha cobertores, almofadas e televisões!

Para melhorar as coisas a frequência para esta viagem era bastante mais agradável. Com isto referimo-nos a:
Atenção Miguel que a catarina não olhou, tirou a fotografia de olhos fechados !

Enfim, passadas 12 horas dentro do avião avisaram-nos que íamos parar uma hora em Singapura para atestar o avião e descarregar algumas pessoas.  De certa forma foi um alívio pois o nosso corpo já se ressentia de estar na mesma posição tanto tempo. Deu para arejar, ir ao computador avisar a mãezinha que estávamos bem, esticar as pernas..
De retorno ao avião esperavam-nos mais umas 4 horas até Bali!!
Chegadas finalmente a Bali depará-mo-nos com filas gigantes e uma confusão total. Era preciso adquirir um visto, passar por vários controlos e ainda procurar a mala. 2 horas depois saímos do aeroporto à procura do senhor que nos ias receber e levar ao hotel. Contudo, percebemos que não havia um, mas milhões de senhores iguais com placas com diferentes nomes. Obviamente o nosso não se encontrava lá. Ligamos então ao senhor Emyliano (um dos 200 valiosos contactos que a nossa mãe nos arranjou) e explicámos que já tínhamos chegado e não estava lá ninguém do hotel a nossa espera. Ele muito simpático disse que ia tratar do assunto. Passado um bocado chega então a nossa boleia que nos levou até ao respectivo hotel  (muito bom!) onde ficámos uma noite para na manhã seguinte arrancarmos para nossa casinha : DÍLI.

Passadas 2 horas CHEGÁMOS !!








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