O relógio bate as 13h e está na hora de largar o conforto do
lar e seguir para o grande aeroporto de Lisboa. O nervosismo aperta.
Deixadas as malas seguem-se as despedidas com algumas
surpresas de última hora (muito obrigada!). É sempre desconfortável deixar
quem mais gostamos, mas só a ideia de irmos juntas (para variar) numa das
maiores experiências das nossas vidas, deixa-nos num estado de excitação que
não nos permite ficar tristes (as lágrimas foram todo um jogo de sentimentos previamente ensaiados).
Lisboa-Amesterdão: entrámos no avião, poisámos as malas e
sentá-mo-nos. Tirando o
facto de um dos nossos vizinhos de trás ter achado por bem colocar o seu casaco
no banco da Mafalda como se fosse o seu cabide e ainda ter passado as três
horas com a sua mão poisada na sua cabeça, a viagem até correu bem! Ah, e não
foram poucos os olhares que a Catarina mandou para o fazer perceber que se
calhar devia achar outro cabide, mas nada feito.
Falando agora do nosso vizinho do lado. Era um chinês (ou
Japonês, têm todos os mesmos olhos e cabelos) que parecia que nunca tinha visto
pessoas à frente. Deste modo achou engraçado ir as três horas de viagem a olhar para nós enquanto falávamos,
dormíamos e até quando comíamos. Nada confortável portanto.
Enfim, uma viagem bastante engraçada.
Amesterdão-Bali: o avião era gigante, tinha cobertores,
almofadas e televisões!
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Para melhorar as coisas a frequência para esta viagem era
bastante mais agradável. Com isto referimo-nos a:
Atenção Miguel que a catarina não olhou, tirou a fotografia
de olhos fechados !
Enfim, passadas 12 horas dentro do avião avisaram-nos que
íamos parar uma hora em Singapura para atestar o avião e descarregar algumas
pessoas. De certa forma foi um alívio
pois o nosso corpo já se ressentia de estar na mesma posição tanto tempo. Deu
para arejar, ir ao computador avisar a mãezinha que estávamos bem, esticar as
pernas..
De retorno ao avião esperavam-nos mais umas 4 horas até
Bali!!
Passadas 2 horas CHEGÁMOS !!

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